Postado 10 de junho de 2026 em Viva!Verde por Andrea Benedetti

Manter a vermifugação em dia é essencial para a saúde do seu gato e para a segurança de toda a família. Alguns parasitas podem ser transmitidos aos seres humanos, especialmente crianças, por isso o controle parasitário também faz parte dos cuidados com a saúde do lar.
Mas afinal, como fazer isso da forma correta?
De acordo com recomendações de entidades como a International Cat Care (iCatCare) e a Feline Veterinary Medical Association (FelineVMA), não existe uma regra única para todos os gatos. O protocolo ideal depende do estilo de vida do animal.
Alguns fatores são decisivos:
Gatos que vivem exclusivamente dentro de casa podem precisar de menos vermifugações, mas ainda assim devem ser avaliados regularmente.
Isso porque mesmo sem acesso à rua, gatos podem entrar em contato com parasitas por meio de sapatos, insetos, alimentos crus ou contato indireto com outros animais.
Como não existe uma frequência única para todos os gatos, algumas características do ambiente e do estilo de vida ajudam a definir o protocolo mais adequado.
Como sei se meu gato tem vermes?
Muitos responsáveis se perguntam:
Muitos gatos parasitados não apresentam sinais visíveis. Por isso, a avaliação veterinária e os exames de fezes podem ser importantes para definir o protocolo mais adequado.
Como escolher o vermífugo?
A escolha do produto deve ser feita com orientação veterinária. Existem diferentes parasitas e nem todos os medicamentos tratam todos eles. Alguns cuidados são importantes:
Vermifugar seu gato não é apenas uma rotina: é uma parte fundamental do cuidado preventivo. Como cada gato tem necessidades diferentes, o acompanhamento de um médico veterinário é essencial para definir o protocolo mais adequado e garantir mais saúde, bem-estar e qualidade de vida.
Por Nícolas Marcolin, Gerente do Canal Veterinário na Viva!Verde
